Caçadores de Medula Óssea

 

voluntariado

Você sente que tem disponibilidade e energia sobrando? Deseja construir laços de relacionamentos verdadeiros, significativos e motivantes? Percebe que seu trabalho profissional e em casa ainda não preenchem satisfatoriamente sua necessidade de conduzir um projeto maior, um algo mais?

Pois vou te dar um conselho, baseado em uma das coisas que mais alegraram o meu coração durante estes anos: reserve uma hora dessa semana e faça um trabalho voluntário. Sim, dedique uma parte de seu tempo a pessoas que precisam de cuidado e atenção. Envolva-se! Apaixone-se por uma causa! Identifique-se!

O trabalho voluntário ajuda a comunidade, seu bairro, os grupos que você participa, bem como o país. Nos coloca no real papel da cidadania e filantropia. No entanto, também ajudará você a ver a vida com outros olhos, a sentir-se útil, a receber o retorno em forma de gratidão de pessoas muito simples, que o tiveram como um verdadeiro bem feitor em suas vidas. E isso aumentará sua autoestima e motivação, realinhará suas aspirações, projetos e sonhos. Aperfeiçoará o seu foco, acariciará sua alma, trará contentamento sincero e confortará suas expectativas na vida e futuro. Pense nisso e invista em alguém!

“Pessoas que fazem algum trabalho voluntário tem 25% mais satisfação na vida,são mais éticas e persistentes em atingir objetivos de longo prazo, assim como em relacionar-se com os demais.” (Johnson, Beebe, Mortiner e Snyder, 1998)

Anúncios

dias-chuvosos

        Muitos meses se passaram de minha última publicação, e aqui estou novamente frente a frente com todos vocês. Novamente cara a cara com a LMC. Recidiva sempre foi um dos meus maiores temores, mas, parece que é o que o destino reservava para mim. Meu mundo de cristal, enfim, ruiu. O medo chegou, as incertezas tomaram de conta de minhas frágeis certezas e o sonho acabou, todos os sonhos se foram, até aqueles que nunca imaginei que um dia iriam partir. Partiram. A vida está me deixando! E o que me resta são sentimentos de abandono terrível, temores e silêncio.

            Novamente a minha vida está em perigo, é o que significa. Retomar o tratamento não é garantia de nada, apenas uma nova tentativa, que pode dar certo como antes ou não. E como saber lidar com isso? E como viver, simplesmente viver, continuar a vida? Como não repensar sobre a sua vida? Como não repensar suas atitudes, suas escolhas, seu EU? Como não reviver toda a sua vida e tudo o que já passou? Como não reviver todas as lagrima, sorrisos, erros, acertos, saudades, alegrias, mentiras, verdades, vitórias, fracassos, angústias, contentamentos, afetos, realizações e muitas outras emoções vividas? E o que o futuro significa agora? Redenção? Remissão?Restauração? Renovação? Queria contar com tudo isso…Nessa hora buscamos forças de onde nem imaginamos que existem, mas, sinceramente é preciso mais que “força” para não perder a vontade de continuar a viver.

            Às vezes me pego pensando, o que me fez chegar até aqui. O porquê dessa vida a conta gotas? O porquê de tantas perdas? Qual é o propósito disso tudo? Dessa vez eu não tenho palavras para expressar, escrever, avaliar…tudo ainda está escuro para mim.

            Em contrapartida, observo que Médicos quando perguntado o que causou o câncer vão sempre responder que não sabem, mas quando você considera que o câncer é apenas um problema no mundo desenvolvido e, raramente aparece em países pouco desenvolvidos, porque os países desenvolvidos não são realmente focados sobre as causas, mas apenas em seus tratamentos. As causas de câncer são simplesmente o mundo atual moderno, alguma coisa no nosso dia a dia está errada. Podem ser os nossos alimentos processados, nossa falta de exercício por causa de automóveis e outro dispositivos que podemos usar e muitos produtos químicos que podem nos cercar no trabalho, na lavoura, em casa, enfim, provavelmente todos foram extraídos do óleo cru. Petróleo bruto e câncer estão intimamente relacionados, dizem algumas pesquisas. E assim vamos vasculhando, o que pode ser o real motivo. Dizem que é impossível uma pessoa saudável ter câncer! Saudável de quê? Só do corpo físico? Mas, onde está a desordem? No físico, emocional, nos campos energéticos, sensoriais? Onde?

            Com uma doença como o câncer, não estamos lidando com um problema médico complexo. Todos os cânceres são simplesmente uma doença do sistema imunológico fraco e as respostas são para fortalecer esse sistema e permitir que o corpo se cure. Ele funciona com todos os tipos de câncer, todos temos um sistema imunológico ou um sistema de reparo interno. Mas, o que repara nossas emoções? Quem repara o nosso Eu? Quem repara a nossa vida depois de termos perdido tudo por causa dessa doença? Por onde a Vida começa, pelo corpo físico, emocional, sensorial etc? Por onde?

            No mais, ouço dizer que nossas defesas naturais não pode igualar os poderes de cura surpreendentes de uma vida natural, e isso é especialmente verdade com qualquer câncer hoje, devido aos nossos péssimos hábitos. E novamente questiono: Como reparamos nossas vidas? O que devemos fazer? Como reparamos o que vivemos até aqui? Como perdoamos e somos perdoados? Como revivemos? Como nos transformamos em indivíduos emocionalmente melhores? Quem é capaz de permanecer ao nosso lado nessas horas? Todos fogem!

            Esse é o primeiro post que não consigo achar um desfecho para finalizar o texto, porque entendo que tais perguntas ainda não tem respostas e o “Destino” não podemos entender. Apenas, digo que me cabe viver um dia de cada vez, até que o último se esgote. Pode demorar dias para que eu saiba essas respostas, mas, podem demorar anos e até mesmo o resto da minha vida. Pronto desabafei…

            Mas, sabem o que dizem sobre dias chuvosos? A tradição judaica é uma das que mais apreciam e celebram as chuvas. Para os povos do mediterrâneo, as chuvas e temporais eram presentes do céu! Pois a chuvas traziam vida aos desertos, fartura para todo o ano, significava a multiplicação de seus mantimentos, celeiros fartos, vida abundante, reflorescimento, restauração, reconstrução. A palavra hebraica para chuva égueshem, que significa “físico”. Para quem lida com agricultura, chuva significa vida. Ela nutre e sustenta o crescimento dos alimentos. Em Israel, ao contrário do Brasil, é previsível: durante o inverno deve chover; no resto do ano, não. Faziam-se festas para celebrar (Sucot), embora não aprecie o sacrifício de animais pois tais festas envolviam isso, apenas me limito a apreciar como eles encaravam as chuvas, e isso sim é algo importante de se observar. Acho interessante a visão deles sobre uma condição climática, que é tido como um fenômeno ruim para tantos países, até para muitas pessoas. Quem nunca viu alguém desanimado por ter que sair ou trabalhar em um dia chuvoso. As pessoas esquecem o real fundamento das chuvas. Embora vivamos em mundo moderno, cheio de tecnologias, a água e as chuvas ainda são elementos naturais de subsistência. Quem sabe, precisamos ver as adversidades sob a perspectiva de um olhar diferente.

(Anônimo)

 

A Novartis apresentou, esta segunda-feira, na reunião anual da American Society of Hematology dados de 24 meses de um estudo de fase III, ainda em andamento, que mostram que o Tasigna® (nilotinib) superou e “continua a superar” o Glivec® (imatinib), ao retardar a progressão da doença em adultos recém-diagnosticados com leucemia mielóide crônica positiva para o cromossomo Filadélfia (LMC Ph+) em fase acentuada, informa o site FirstWord.

Hervé Hoppenot, diretor da unidade de Oncologia da Novartis, afirmou que “agora acreditamos que o Tasigna ® está demonstrando uma oportunidade de superar o Glivec ®, por um longo período de tempo e com um perfil de segurança muita bom.”

No estudo ENESTnd, 846 adultos recém-diagnosticados com LMC Ph+ em fase crônica receberam uma das duas doses do Tasigna® duas vezes por dia, ou o Glivec®. A Novartis divulgou os resultados do estudo após 12 meses e 18 meses de acompanhamento.

A principal resposta molecular foi alcançada em 24 meses em 71% e 67% dos pacientes tratados com a dose mais baixa e mais elevada do Tasigna® respectivamente, comparando com 44% dos doentes tratados com o Glivec®.

“Os dados também indicaram que a resposta citogenética completa foi alcançada em 87% e 85% dos pacientes que receberam o Tasigna®, em comparação com 77% dos doentes tratados com o Glivec® durante 24 meses.

Além disso, os resultados mostraram que menos pacientes progrediram para as fases acelerada e blástica ao receber o Tasigna® em qualquer dose, comparando com o Glivec®, por isso a Novartis disse que o fármaco demonstrou “uma melhoria significativa no controlo da doença.”

Em Junho, a FDA (Food & Drug Administration) expandiu a aprovação do Tasigna® para incluir o tratamento de doentes adultos recém-diagnosticados com LMC Ph+, com base em resultados de 12 meses do ensaio ENESTnd. Em Setembro, os reguladores europeus recomendarão a aprovação do medicamento para esta indicação.

Saiba mais sobre o Tasigna ®

Para pacientes recentemente diagnosticados com leucemia mielóide crônica (LMC), existem 2 novas drogas – dasatinibe (Sprycel, Bristol Myers Squibb) e nilotinibe (Tasigna, Novartis) – são constatadamente superiores à droga de primeira linha padrão, imatinibe (Glivec, Novartis), na indução de respostas citogenéticas e moleculares.

Dois estudos que evidenciaram a superioridade foram apresentados no encontro anual da American Society of Clinical Oncology, e publicados na edição eletrônica do New England Journal of Medicine.

O dasatinibe (Sprycel) e o nilotinibe (Tasigna) são ambos a próxima geração de inibidores tirosina BCR-ABL aprovados como terapia de segunda linha para pacientes com LMC, caso a terapia com o imatinibe (Glivec) falhar ou não for tolerada.

Entretanto, nenhuma das duas drogas foi aprovada como terapia de primeira linha, contexto em que foram testadas nesses 2 ensaios clínicos.

Há uma necessidade para outras terapias de primeira linha na LMC visto que aproximadamente 20% dos pacientes não atingem uma resposta citogenética completa com o imatinibe e outros podem eventualmente desenvolver resistência.

Tanto o nilotinibe quanto o dasatinibe são mais potentes do que o imatinibe, observa Charles L. Sawyers, médico, em um editorial que acompanha a publicação de ambos os estudos. O Dr. Sawyers é do Howard Hughes Medical Institute, na cidade de Nova York.

No estudo com o dasatinibe, a taxa de resposta citogenética completa confirmada foi significativamente mais alta em pacientes que receberam dasatinibe do que naqueles que receberam imatinibe em 12 meses (77% vs 66%; P =0,007).

A taxa de resposta molecular maior também foi melhor com o dasatinibe (46%) do que com o imatinibe (28%), e os pacientes que receberam dasatinibe atingiram respostas em um período mais curto (P < ,0001).

No segundo estudo, o nilotinibe foi considerado superior ao imatinibe em pacientes recentemente diagnosticados com LMC. Em 12 meses, as taxas de resposta citogenética completa forma significativamente mais altas em pacientes que receberam nilotinibe (80% para 300 mg e 78% para 400 mg) do que naqueles que receberam imatinibe (65%; P < 0,001 em ambas as comparações).

Nas duas doses, aqueles que receberam nilotinibe apresentaram uma melhora significativa no tempo até a progressão para a fase acelerada ou crise blástica, comparados àqueles que receberam imatinibe.

Os resultados do estudo com o nilotinibe foram divulgados pela primeira vez no encontro anual da American Society of Hematology em 2009, conforma reportado pela Medscape Oncology, quando o acompanhamento médio era de 13,8 meses.

Fim de uma era?

O imatinibe foi a primeira droga de sua classe; porém, nos padrões atuais, ele apresenta uma potência relativamente baixa e inibe seu alvo em concentração micromolares, ao invés de nanomolares, escreve o Dr. Sawyers em seu editorial.

Considerando que esses estudos evidenciam a superioridade dos novos componentes como terapia inicial para a LMC, isso significa que o imatinibe já não é mais útil?

O Dr. Sawyers aponta que o imatinibe será “sempre consagrado” na história da oncologia, mas os novos dados obtidos com o dasatinibe e o nilotinibe “são um forte argumento” para seu uso como terapia de primeira linha no lugar do imatinibe.

Contudo, a questão econômica pode triunfar, ele observa. O imatinibe pode estar disponível na forma genérica em 2014, e “com as pressões crescentes para equilibrar custo e eficácia, pacientes e consumidores podem ser forçados a selecionar a mais barata entre as 3 opções terapêuticas excelentes”.


Dasatinibe como primeira linha pode melhorar os desfechos

No primeiro estudo, o autor principal Hagop Kantarjian, médico, professor e presidente do departamento de leucemia do University of Texas M.D.

Anderson Cancer Center in Houston, e colaboradores randomizaram 519 pacientes com LMC recentemente diagnosticada em fase crônica ao dasatinibe na dose de 100 mg uma vez ao dia (n = 259) ou imatinibe na dose de 400 mg uma vez ao dia (n = 260).

O critério de validação primário foi uma resposta citogenética completa em 12 meses, confirmada por 2 avaliações consecutivas separadas por pelo menos 28 dias.

As taxas de respostas citogenéticas completas e respostas moleculares maiores foram mais altas no grupo do dasatinibe do que no do imatinibe, e ambas as respostas foram obtidas significativamente mais rápido; o hazard ratio para a resposta molecular maior foi 2,0 (P < ,0001) e para a resposta citogenética completa foi de 1,5 (P < 0,0001).

A progressão para a fase acelerada ou blástica ocorreu em 5 pacientes no grupo do dasatinibe (1,9%, todos fase blástica) e 9 pacientes no grupo do imatinibe (3,5%, todos fase blástica).

Os autores observaram que as toxicidades hematológicas graus 3/4 foram semelhantes em ambos os grupos, embora a trombocitopenia tenha sido mais comum com o dasatinibe do que com o imatinibe (19% vs 10%).

Eventos adversos não hematológicos de todos os graus foram observados em pelo menos 10% dos pacientes: retenção de fluidos, 19% com o dasatinibe e 42% como o imatinibe; náuseas, 8% e 20%; vômitos, 5% e 10%; mialgia, 6% e 12%; inflamação muscular, 4% e 17%; rash, 11% e 17%, respectivamente.

“Temos observado mais pacientes com LMC desenvolvendo resistência ao imatinibe, assim, esses resultados são muito excitantes”, disse o Dr. Dr. Kantarjian.

“Nossos resultados sugerem que ao utilizar o dasatinibe inicialmente em pacientes com LMC recentemente diagnosticada, nós podemos melhorar os desfechos”.

Sonali Smith, médica, professora associada de medicina da University of Chicago em Illinois, observou que os resultados são encorajadores e podem fornecer novas opções aos pacientes. Mas como advertência, ela apontou que o acompanhamento é curto.

“Também não sabemos muito sobre a sobrevida a longo prazo. Felizmente, muitos desses pacientes vivem por muitos anos, assim não teremos esses dados logo”, disse a Dra. Smith, que atuou como co-moderadora de uma coletiva de imprensa na qual os destaques do estudo foram apresentados.


Respostas superiores com o nilotinibe

No segundo estudo, Giuseppe Saglio, médico, da University of Turin San Luigi Gonzaga Hospital, em Orbassano, Itália, e colaboradores do estudo internacional Evaluating Nilotinib Efficacy and Safety in Clinical Trials–Newly Diagnosed Patients (ENESTnd) randomizaram 846 pacientes com LMC a receber nilotinibe na dose de 300 mg duas vezes ao dia (n = 282), nilotinibe na dose de 400 mg duas vezes ao dia (n = 281), ou imatinibe na dose de 400 mg uma vez ao dia (n = 283). O critério de validação primário foi a taxa de resposta molecular maior (≤ 0,1% BCR-ABLIS) em 12 meses.

As taxas de resposta citogenética completa e molecular maior foram superiores com o nilotinibe em ambas as doses, comparadas ao imatinibe, e respostas subótimas e falha do tratamento foram menos freqüentes entre pacientes tratados com nilotinibe, explicou o co-autor do estudo Richard A. Larson, médico, que apresentou os dados.

“Os resultados que estão sendo divulgados hoje foram obtidos após uma média de aproximadamente 18,5 meses”, afirmou o Dr. Larson, que é diretor do programa de pesquisa clínica em neoplasias hematológicas da University of Chicago.

“Com um acompanhamento mais longo, as taxas de resposta molecular maior e resposta citogenética completa continuaram superiores com o nilotinibe em comparação ao imatinibe”.

“As respostas moleculares continuam a se aprofundar com o tempo”, ele acrescentou. “Continuam a haver menos eventos de progressão e mortes relacionadas à LMC com o nilotinibe vs imatinibe.

O acompanhamento mais longo apóia o nilotinibe como o novo padrão de tratamento em pacientes com LMC recentemente diagnosticada”.

Em 12 meses, as taxas de resposta molecular maior com o nilotinibe (44% com 300 mg e 43% com 400 mg) foram praticamente o dobro das observadas com o imatinibe (22%; P < 0,001 em ambas as comparações).

As taxas de resposta citogenética completa, como observadas acima, também foram superiores.

De toda a coorte, 14 pacientes progrediram para a fase acelerada ou crise blástica: 11 (4%) no grupo do imatinibe, 2 (> 1%) no grupo do nilotinibe na dose de 300 mg, e 1 (> 1%) no grupo do nilotinibe na dose de 400 mg.

Nenhum dos pacientes que atingiram a resposta molecular maior progrediu, mas 3 pacientes no grupo do imatinibe sofreram progressão da doença, embora apresentassem uma resposta citogenética completa.


Segurança

Neutropenia graus 3/4 e anemia foram mais comuns no grupo do imatinibe, enquanto a trombocitopenia foi observada com mais frequência nos grupos do nilotinibe.

Eventos não hematológicos de alto grau foram raros em ambos os grupos, e descontinuações da terapia por causa de eventos adversos ou valores laboratoriais anormais foram mais baixos nos pacientes no grupo do nilotinibe na dose de 300 mg (7%).

Reduções ou interrupções na dose ocorreram em 59% dos pacientes que receberam 300 mg de nilotinibe, em 66% dos que receberam 400 mg de nilotinibe e em 52% dos que receberam imatinibe.


Pronto para modificar a prática?

Apesar dos resultados encorajadores, Michael J. Mauro, médico, do Oregon Health and Sciences University, em Portland, não sente que o imatinibe deve ser preterido em favor dos novos agentes.

Existem prós e contras na troca para os novos agentes como terapia de primeira linha, disse o Dr. Mauro, que atuou como debatedor nas duas apresentações.

Ele destacou que o amplo uso dos novos agentes pode levar a mais resistência de alto nível, e o impacto econômico de um tratamento mais dispendioso também deve ser considerado.

“O benefício supera os gastos? Se sim, isso continuará a ocorrer quando o imatinibe genético estiver disponível?”, ele perguntou.

Todavia, esperar para utilizar as drogas de segunda geração como terapia de primeira linha pode ser mais arriscado para o paciente; eles podem acabar sendo tratados em um nível subótimo, o que pode, por fim, afetar os desfechos a longo prazo.

O Dr. Mauro recomenda a continuação do uso do imatinibe como terapia de primeira linha enquanto as autoridades reguladoras consideram os novos dados e a aprovação dos novos agentes para a terapia de primeira linha.

“Devemos continuar a identificar pacientes com resistência e intolerância ao imatinibe e trocá-los para o imatinibe e nilotinibe”.

Se e quando os novos agentes conseguirão a aprovação como drogas de primeira linha, “nós devemos continuar a utilizar o imatinibe em pacientes que apresentam uma resposta ótima a ele”.

Fontes:
American Society of Clinical Oncology (ASCO) 2010 Annual Meeting: Abstracts LBA6500 and 6501. N Engl J Med. Published online June 5, 2010.

Copyright 2012 WebMD, Inc. Todos os direitos reservados.

Cientistas querem criar exame de sangue para ajudar a indicar maior risco de câncer de mama

Um teste genético poderia ajudar a prever o câncer de mama anos antes de a doença ser diagnosticada, segundo uma nova pesquisa.

O teste analisa como os genes são alterados por fatores externos, como álcool e hormônios, um processo conhecido como epigenética.

Os cientistas acreditam que uma em cada cinco mulheres possui um tipo de “interruptor genético”, ou seja, um elemento que “liga e desliga” genes, que duplica o risco de câncer de mama.

A partir das descobertas, eles esperam desenvolver um exame de sangue simples que possa ajudar a indicar quais mulheres têm maior tendência de desenvolver a doença.

Glóbulos brancos

No trabalho publicado na revista científica Cancer Research, os cientistas do Imperial College London analisaram amostras de sangue de 1.380 mulheres de diversas idades, 640 das quais desenvolveram câncer de mama.

Eles encontraram uma forte ligação entre o risco de ter a doença e a modificação molecular de um único gene, chamado ATM, que pode ser encontrado nos glóbulos brancos.

Os pesquisadores tentaram, então, descobrir o que estava causando esta alteração e procuraram especificamente por um efeito químico chamado metilação, que atua como um “interruptor genético”.

“O desafio agora é como incorporar toda esta nova informação aos modelos de computador que são usados atualmente para prever riscos individuais.”

James Flanagan
Imperial College London

As mulheres que apresentaran os maiores níveis de metilação afetando o gene ATM tinham duas vezes mais chance de desenvolver câncer de mama na comparação com aquelas que apresentaram os níveis mais baixos.

Em alguns casos, as alterações eram evidentes até 11 anos antes de a doença ser diagnosticada.

Epigenética

“Sabemos que a variação genética contribui para o risco de uma pessoa ter determinadas doenças”, disse James Flanagan, que liderou o novo estudo.

“Com esta nova pesquisa, agora também podemos dizer que a variação epigenética, ou diferenças na maneira como os genes são modificados, também tem um papel.”

Flanagan espera que nos próximos anos seja possível descobrir outros genes que afetam o risco de uma mulher apresentar câncer de mama.

“O desafio agora é como incorporar toda esta nova informação aos modelos de computador que são usados atualmente para prever riscos individuais.”

Ainda não se sabe exatamente por que o risco de câncer de mama pode estar ligado a mudanças em um gene de glóbulos brancos, mas a equipe prevê que um exame de sangue pode ser usado em conjunto com outras informações, como histórico familiar e presença de outros genes conhecidos de câncer de mama, para ajudar a identificar as mulheres com maior risco de desenvolver a doença.

Fonte: BBC Brasil

 
          Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.
De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou.
Mas Paganini não parou.
Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo.
Paganini não parou.
Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH! Que ecoou pela abobadilhada daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára.
Mas Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória.
Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.
Fonte: Pensamentos Positivos
Os direitos da patente pertencem ao Laboratório Novartis, que detém a exploração exclusiva de derivados da pirimidina, substância utilizada para a preparação do Glivec

 

Os portadores de leucemia tiveram uma boa notícia do Superior Tribunal de Justiça (STJ): a patente do medicamento Glivec vencerá em 3 de abril de 2012, conforme havia estabelecido o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). Os direitos da patente pertencem ao Laboratório Novartis, que detém a exploração exclusiva de derivados da pirimidina, substância utilizada para a preparação do Glivec.

O recurso impetrado pelo Inpi no STJ questionava o termo inicial do prazo de vigência da patente, que havia sido fixado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) para 25 de março de 2013, após ação da empresa detentora da patente na Justiça Federal.

A alegação era que a expiração da patente deveria ser calculada tendo por base o registro depositado no Escritório Europeu de Patentes, o que ocorreu em março de 1993. Já para o INPI, esse cálculo deveria ser feito tendo como referência a data do primeiro depósito feito na Suíça, em 3 de abril de 1992.

De acordo com o relator do recurso, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, até 1996 o direito de o inventor explorar substâncias, matérias e demais produtos obtidos por processos químicos não era reconhecido no Brasil. Mas, com a nova Lei de Propriedade Industrial, o direito dos inventores sobre esses produtos passou a ser reconhecido – o que foi estendido aos inventos patenteados no exterior por meio de um mecanismo provisório.

Fonte: Agência Brasil

Tags:

O amigo oculto que tirei, é uma pessoa muito especial, um guerreiro  nato, guerreiro forjado e adestrado  nas mais árduas batalhas de sobrevivências da vida,  alguém que foi destinado a vencer, aquele o qual compartilho muito de minhas vivências, alegrias, histórias, informações, carinho, forças vitais e muitas forças vitais.

 É para esse amigo que oferto toda gratidão, amor e carinho por estar aqui esporadicamente comigo! Amigo, você pode estar longe de mim, pode estar em outro país, viajando, em um leito de hospital, em seu quarto, talvez seja, o seu computador a única janela que o conecta com o mundo atualmente. O que importa é que mesmo estando tão distante fisicamente de você, mesmo nunca o tendo visto, tocado, abraçado, saiba que Eu Amo Você! E que escolher um presente para você, foi muito difícil, passei semanas refletindo o tema do post para presenteá-lo…

Sim, o meu amigo oculto é…VOCÊ!

Você mesmo, querido (a) leitor (a)!

E para o ano de 2012, eu te desejo muita perseverança! Nunca desista de seus ideais, vença todos os seus obstáculos, supere-se, maximize-se, cresça, transforme, transmute, transcenda, transponha suas barreiras! Repito, nunca desista!

Você já observou a atitude dos pássaros ante as adversidades?

Um pássaro fica dias fazendo o seu ninho, preparando-se para chegada de seus filhotes, recolhendo materiais, às vezes trazidos de locais distantes para que o ninho fique exatamente com padrão ideal para o acondicionamento da fêmea e seus ovos.

E de repente, quando ele já está pronto e a fêmea está preparada para por os ovos, as inclemências do tempo, a ação do ser humano ou animal destrói o que com tanto esforço se conseguiu realizar até ali…

O que faz o pássaro?

Desiste?

Pára?

Abandona tudo?

Acredita que é o fim?

Aceita que ter um ninho talvez não seja algo destinado a ele?

Chora por horas a fio se sentindo o pior dos pássaros?

Esbraveja?

Vai de encontro ao seu algoz para puni-lo?

Amargura-se?

 

De maneira nenhuma! Ele começa, uma outra vez, com mais afinco e determinação, esforça-se até que no novo ninho apareçam os primeiros ovos. Missão cumprida!

Mas, você acha que esse é o “feliz para sempre” de um pássaro?

Não, não o é.

Em muitas ocasiões, antes que nasçam os filhotes, vem um animal, uma criança, uma tormenta, que volta a destruir o ninho, mas agora com seu precioso conteúdo…

E lá vai o pobre passarinho começar tudo do zero.

Qual a atitude que ele tem agora?

Dói recomeçar do zero… Mas, ainda sim, o pássaro jamais emudece, nem retrocede, segue cantando e construindo, construindo e cantando, catando e construindo…Nada de melindres!

Ele sim é mestre em entender que a alegria é a nossa força! Podemos superar qualquer adversidade com alegria e gratidão pela vida!

É por isso que amo tanto a natureza, cada bichinho tem a sua lição de vida! É impressionante como cada um deles nos ensina alguma coisa!

Quando a nossa adversidade é muito grande as nossas forças se exaurem muito mais rápido.

Cansado de recomeçar?

Cansado das lutas diárias?

Da confiança traída?

Das metas inalcançáveis?

Cansado de esforçar-se?

Mesmo que a vida o golpeie mais uma vez, não se entregue nunca, pense em coisas boas, ponha sua esperança na frente e avance.
Não se preocupe se na batalha você foi ferido, é esperado que algo assim aconteça.
Junte os pedaços de sua esperança, arme-a de novo e volte a ir em frente.

Não importa o que você passe…
Não desanime, siga adiante.

A vida é um desafio constante, mas vale a pena aceitá-lo. E sobretudo… Nunca deixe de construir e cantar.

 

Um grande ano de 2012!

Beijos,

Andréia Kely

Medulas ósseas transportam amor!

A medula transporta amor!

Caçadores de Medula Óssea

Olá, meu nome é Andréia Kely!

Criei o blog Caçadores de Medula Óssea a fim de reunir todas as informações sobre campanhas de doação de medula óssea, bem como interagir como uma ferramenta educativa, explicativa, esclarecedora e motivadora para todos os que entendem a grandiosidade de doar vida!
Dedico este blog a todos que vivem ou já viveram com diagnósticos de leucemia e doenças do sangue!
Sejam bem vindos, a grande corrente pela vida!

Lembrem-se sempre: Basta apenas uma gota de seu sangue, para que a vida aconteça novamente! A VONTADE é a maior POTÊNCIA do MUNDO!
Aproveitem o seu dia!

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 2.066 outros seguidores

Leia também os posts antigos

Posts por Categoria

Siga-me no Twitter!

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Principais acessados

  • Nenhum

MedVidas – Planos de Saúde, Seguros de Vida

Saúde à Vida

Saúde à Vida

Blog Voluntário



<BannerFans.com






Pensar ECO
Coloque um V em sua foto!
http://avidadependedeumgesto.blogspot.com/